O Babado do Resort e o Toboágua da Discórdia!


Você não vai acreditar no escândalo que rolou em um resort do Vale do Aço! Imagina só: uma jovem de 22 anos foi curtir um dia de lazer e acabou saindo de lá com uma fratura na coluna. E o pior? O caso foi parar na Justiça e rendeu uma bela indenização. Senta que lá vem fofoca!

O Dia em Que Tudo Deu Errado no Resort

Tudo começou em 10 de abril de 2016, quando essa moça decidiu aproveitar o dia no parque aquático do resort. Até aí, tudo certo. Mas foi na hora de descer no toboágua que o pesadelo começou. Segundo ela, ao escorregar, acabou batendo com as costas na borda da piscina.

O impacto foi tão forte que precisou ser socorrida pelos próprios familiares! Na hora, ela foi levada para um hospital em Ipatinga, onde fizeram um raio-x que, PASME, não detectou nenhuma fratura. Achando que estava tudo bem, ela voltou para casa, mas as dores continuaram... e pioraram!

O Diagnóstico Que Mudou Tudo

Dias depois, ainda sentindo dores absurdas, a jovem resolveu buscar um novo atendimento, dessa vez em uma UPA de Contagem. E foi lá que veio o choque: os médicos descobriram que ela tinha, sim, uma fratura na coluna.

O tratamento foi daqueles: colete ortopédico, fisioterapia e, para piorar, ela desenvolveu uma infecção. Como se não bastasse, ela estava em período de experiência no trabalho e, por conta do afastamento, não teve o contrato renovado. Um prejuízo e tanto, né?

O Resort se Defende e a Briga Começa

Óbvio que a jovem não deixou barato e levou o caso para a Justiça em março de 2019, pedindo indenização por danos materiais, morais, lucros cessantes e até por perda de oportunidade. Mas, como todo bom babado tem dois lados, o resort se defendeu com unhas e dentes!

A alegação? Que a jovem desceu no toboágua de forma errada, contrariando as normas do local. Segundo a empresa, ela desceu de forma perpendicular, ou seja, completamente na contramão das recomendações.

Além disso, a defesa do resort usou o exame inicial de raio-x para tentar provar que a fratura não tinha nenhuma relação com o acidente nas dependências do parque. Será que colou?

A Justiça Dá Seu Veredito

Na primeira instância, a Justiça até deu razão à moça em parte, fixando a indenização por danos morais em R$ 8 mil. Mas os pedidos de indenização por lucros cessantes e perda de oportunidade foram negados. O juiz argumentou que a jovem não conseguiu provar que perdeu o emprego por conta do acidente e que ficou sem trabalhar por seis meses por causa disso.

E, claro, ambas as partes recorreram!

No julgamento seguinte, o relator do caso, desembargador Luiz Gonzaga Silveira Soares, até reduziu o valor da indenização para R$ 5 mil, mas deixou bem claro que o resort não estava livre de culpa. Ele rejeitou a ideia de que a responsabilidade era 100% da jovem, porque, segundo ele, mesmo que alguém desça de forma errada, não é normal bater as costas na borda da piscina com tanta violência.

Ou seja, o resort foi considerado responsável por não garantir a segurança total do brinquedo!

O Desfecho do Caso

No final, a decisão foi unânime: além do relator, o juiz Fausto Bawden de Castro Silva e o desembargador Fernando Lins concordaram com a condenação do resort.

E assim termina esse bafafá! Uma jovem que só queria se divertir acabou com uma fratura na coluna, perdeu o emprego e teve que entrar na Justiça para ser indenizada. No fim, pelo menos saiu com R$ 5 mil, mas será que isso compensa tudo que ela passou?

Moral da história: cuidado ao descer em um toboágua! E, se rolar um problema, já sabe… corre para a Justiça!

Fonte: TJMG

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